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Espetáculos

Espetáculos

A experiência dos encontros nos hospitais e a veia artística
pulsante dos palhaços motivaram a criação de espetáculos
para diferentes públicos. Fazemos apresentações em
teatros, espaços culturais, eventos e empresas.

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01 a 30 de setembro de 2018

Numvaiduê

Espetáculo de comemoração aos 25 anos do Doutores da Alegria e indicado ao Prêmio Femsa de melhor espetáculo infantil,  com direção de Gustavo Kurlat, premiado pela APCA 2018 pelo conjunto das obras, incluindo Numvaiduê.

O que acontece quando um hospital é descoberto e explorado por palhaços que brincam de médico? O que eles construirão com suas fantasias, sonhos, lembranças? Que novos significados e dimensões terão os objetos que os médicos usam, os sons que viram música em suas mãos curiosas, as imagens que se descortinam nas suas escutas e olhares surpreendentes?

Com poesia e humor, Doutores da Alegria traz respostas para tais questões levando ao palco esse hospital dos sonhos que gostaria de construir, onde a cura passa pela emoção e a gargalhada se junta ao sorriso num encantamento de magia, música e busca de sentidos. Um espetáculo para toda a família curar o mau humor de outras realidades. O espetáculo é recomendado para toda a família.

NOVA TEMPORADA GRATUITA –

De 1 a 30 de setembro de 2018.

Sábados e domingos às 16h

 Teatro Alfredo Mesquita| Av. Santos Dumont, 1770 – Santana (SP)

Bilheteria: 11 2221-3657| Site

ENTRADA FRANCA 
Capacidade: 198 lugares (quatro lugares para cadeirantes).
Duração: 50 minutos | Classificação etária: Livre |Acesso para deficientes físicos.


Palhaços em ConSerto

Musical permeado por gags divertidas e idealizado a partir de improvisos durante as visitas hospitalares. Os palhaços partem das situações cênicas para chegar a canções criadas pelo elenco e outras de domínio público, além de versões da bossa nova.

Canções como “Pai Francisco entrou na roda”, “Boi da cara preta” e “Garota de Ipanema” são devidamente adaptadas ao mundo besteirológico.

Roda Besteirológica

Os palhaços se apropriam da figura do médico para desenvolver uma grande brincadeira, apresentando-se como besteirologistas.

Eles trazem ao público rotinas cômicas desenvolvidas dentro do hospital, nos encontros com crianças e profissionais de saúde. Entre cenas divertidas e poéticas, o espetáculo inspira novas relações a partir da figura inusitada do palhaço.

A Roda Besteirológica surgiu a partir de um processo criativo realizado originalmente na sede do Doutores da Alegria. Em 2006, esta prática transformou-se em uma intervenção artística bimestral que percorria os hospitais em que a organização atuava. No ano seguinte, a Roda foi pela primeira vez apresentada ao público em um teatro.

Senhor Dodói

Inspirado em “O doente imaginário”, de Molière, o espetáculo conta a história da personagem Dodói, que, certo de estar terrivelmente doente, se submete aos cuidados e desmandos do Doutor Ganâncius. Dodói decide casar sua filha Angélica com o sobrinho de Ganâncius, o “quase doutor” Tapadus, apesar de a bela jovem estar apaixonada por Amado.

Com a ajuda da debochada e perspicaz criada Giselda, Angélica e Amado usarão a própria fantasia para tentar curar Dodói de suas doenças imaginárias e convencê-lo a deixar Angélica livre para se casar com o seu verdadeiro amor.

Poemas Esparadrápicos

Espetáculo infantil estruturado a partir de um feliz encontro entre palhaços e músicos. A história é uma viagem pela delicadeza do cômico, inspirada nos micro-poemas do livro “Poemas esparadrápicos – Poesia para gente pequena”, organizado por José Santos Matos. No livro, os poemas grudam na roupa e na pele das crianças, para que elas entrem em contato com a poesia desde muito jovens.

Enquanto cantam os poemas musicados, os artistas vão descobrindo inúmeras outras brincadeiras em interação com a plateia, bem à moda dos palhaços, na qual “nem tudo que você vê é aquilo que você vê, mas pode ser aquilo que você quer que seja”.

Vamos Brincar de Médico

Primeira produção infantil dos Doutores da Alegria. Respondia à curiosidade de diversas crianças internadas sobre como é a vida dos besteirologistas fora do hospital. A curiosidade sempre foi alimentada pelos palhaços, que, durante suas visitas, contavam histórias mirabolantes. A montagem parte da relação entre os artistas, de como cada um deles enxerga o mundo e os conflitos gerados pelas diferenças.

A direção trabalhou no sentido de fundir recriações de gags clássicas de palhaços com o repertório desenvolvido pelos artistas em seu trabalho no hospital.

Congresso de Besteirologia

Um feliz encontro entre arte e ciência. Através de provocações e estímulos de diferentes naturezas, propostos aos palhaços pela psicóloga e pesquisadora Morgana Masetti, o espetáculo expressa um olhar inusitado para o contexto hospitalar e para a saúde em geral.

Nunca o uso do jaleco pelos palhaços fez tanto sentido! O Congresso transitou por vários palcos, inclusive pelas faculdades de Medicina.

Dramalhaço

A palavra dramalhaço vem de “dramaturgia do palhaço”. Resultado da pesquisa realizada pelos artistas do Recife, o espetáculo traduz o olhar que o palhaço tem sobre situações vividas por pessoas que moram nos grandes centros urbanos e temas como loucura, neuroses, falta de tempo e existencialismo.

Por meio de pequenas cenas costuradas por músicas ao vivo, o elenco conta histórias de personagens da vida real que nem sempre são cômicas, mas que, vistas pelos olhos do palhaço, ganham um ar leve e engraçado.

Menor festival Mineiro de Palhaços do mundo

A palavra dramalhaço vem de “dramaturgia do palhaço”. Resultado da pesquisa realizada pelos artistas do Recife, o espetáculo traduz o olhar que o palhaço tem sobre situações vividas por pessoas que moram nos grandes centros urbanos e temas como loucura, neuroses, falta de tempo e existencialismo.

Por meio de pequenas cenas costuradas por músicas ao vivo, o elenco conta histórias de personagens da vida real que nem sempre são cômicas, mas que, vistas pelos olhos do palhaço, ganham um ar leve e engraçado.

Midnight Clowns

Criado no formato de paródia de programa de auditório, o espetáculo é conduzido por um mestre de cerimônias que apresenta gags, esquetes, solos e “bobagens” criadas por artistas dos Doutores da Alegria e convidados. Sempre com bom humor, o mestre de cerimônias é acompanhado pelas coristas, as “Midnight girls”, além da bandinha, que se utiliza de instrumentos pouco convencionais para criar a trilha sonora original ao vivo.

Os números passam pelo crivo da ácida e impiedosa crítica Justina Trabuco, mas todos têm garantido o direito de resposta. Sucesso de público e crítica desde sua primeira edição, em 1995, o Midnight Clowns foi pioneiro neste formato de cabarés e shows de humor que até hoje faz sucesso na cidade.

O Homem Que Fala

O espetáculo explora a condição humana, o homem se apropriando de um novo entendimento sobre o que são a saúde e a doença, mostrando a importância da memória no desenvolvimento e no reconhecimento de si. Uma síntese do que vemos em duas décadas dentro dos hospitais – o palhaço que atua sobre o lado saudável das crianças.

O espetáculo é uma partitura gestual, algumas cenas evocam o absurdo, como o cavalo que dança tango com uma mulher ou quando dois palhaços oferecem ajuda a um terceiro. Os atores prescindiram do nariz vermelho, o palhaço está na base filosófica do arquétipo, no exílio do mundo da normalidade, lugar também habitado pelo homem que adoece.

13 Espetáculos criados

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